Dar banho e comida, trocar fralda e colocar para dormir são algumas tarefas de quem cuida de crianças. Há muitos outros desafios que exigem responsabilidade, afeto e dedicação nessa área. Você sabe o que faz um cuidador infantil e como é a rotina dessa profissão?
Quem já cuidou de uma criança, sabe: dá trabalho. É preciso ter disposição para acompanhar o ritmo dos pequenos e pequenas, dando conta de inúmeras necessidades. Se essa é a profissão dos seus sonhos, é essencial entender o que faz um cuidador infantil, as características do mercado e a qualificação profissional.
Conheça as funções da profissão de cuidador infantil
O papel do cuidador infantil vai além de brincar, dar banho, cuidar da alimentação, colocar para dormir ou apenas trocar fraldas. Esse profissional acompanha tarefas do cotidiano de uma criança, que são repletas de desafios. Durante esses momentos corriqueiros, é necessário observar e estimular o bem-estar, respeitando cada fase de crescimento.
De forma geral, quem atua como cuidador ou cuidadora se dedica às necessidades básicas da criança, desde a higiene até o entretenimento. Na ausência dos pais, o foco deste profissional é manter a segurança e estimular o desenvolvimento infantil saudável, incentivando a criatividade, a comunicação e a socialização.
Além das atividades anteriores, quem trabalha como cuidador infantil acompanha as crianças em passeios, eventos e consultas, promove dinâmicas lúdicas, observa e relata aos pais as possíveis alterações emocionais e físicas, além de auxiliar nos deveres escolares.
Também espera-se que profissionais dessa área tenham domínio de técnicas de primeiros-socorros para casos de emergência. Muitas vezes, as crianças requerem atenção redobrada em questões de saúde, podendo precisar de ajuda para tomar medicamentos prescritos por especialistas, por exemplo.
Mas essa é apenas uma das expertises que facilitam o dia a dia da profissão e tornam o perfil profissional mais completo. O conhecimento e a experiência para lidar com crianças com diferentes condições físicas e mentais também contribuem para o desempenho das funções de forma humanizada.

Como se preparar?
Você já sabe o que faz um cuidador infantil, mas o que é preciso para ter uma boa atuação na área? Apenas disposição não basta! É necessário desenvolver uma série de habilidades que contribuem para auxiliar no crescimento pleno, saudável e equilibrado das crianças.
O primeiro passo é fazer um curso de cuidador infantil, que prepara, na teoria e na prática, para os desafios que profissionais vão enfrentar no dia a dia com crianças. As aulas focam nas tarefas de alimentação, higiene, educação, lazer e no cuidado humanizado, pensando nas particularidades sociais, físicas e mentais.
Essa profissionalização é feita por quem já concluiu, pelo menos, o ensino fundamental e tem 18 anos ou mais. Também é aconselhável buscar conhecimento e formação em áreas correlatas, comuns na rotina dessa atuação profissional, como:
puericultura (área dedicada ao desenvolvimento integral da criança);
musicalização infantil;
animação de eventos;
oficinas de arte;
saúde (cuidados básicos, aleitamento materno e alimentação infantil).
Como em toda formação, a pessoa cuidadora infantil deve se capacitar para continuar atualizada sobre novas técnicas e tendências da área, garantindo seu diferencial para o mercado de trabalho. Quanto mais completo for o perfil profissional, mais satisfatório será o exercício da profissão - e melhores serão as chances de encontrar boas oportunidades.
Complementos à profissionalização
Mais do que a preparação profissional, é preciso focar nas competências relacionadas à sensibilidade e especificidades da área. Conhecer as características de cada etapa do crescimento infantil é fundamental, por exemplo. Profissionais com essa percepção sabem identificar sinais de alerta para algum tipo de problema relacionado à saúde da criança.
Conheça o perfil de uma cuidadora ou um cuidador infantil
Ao compreender o que faz um cuidador infantil, já é possível pressupor quais características que a pessoa deve ter. Essa carreira costuma ser a porta de entrada ao mercado de trabalho para quem tem afinidade com crianças, sendo o público feminino o mais interessado na área.
Porém, esse não é o único público a buscar por essa atuação. Estudantes e profissionais de educação também podem ter uma experiência introdutória no dia a dia em escolas e avaliar uma possível identificação com a carreira. No entanto, é preciso desenvolver habilidades práticas de cuidado e higiene, por exemplo.
Jovens que desejam participar de programas de au pair, trabalhando como babás em outros países, também podem se interessar por essa profissão. Inclusive, algumas agências chegam a exigir certificado de conclusão do curso livre na área para a participação nos processos de ingresso.
O que se espera de profissionais da área?
Algumas competências compõem o perfil do cuidador escolar, como também é chamado. Entre elas, estão:
agilidade nas atividades cotidianas;
senso de responsabilidade;
equilíbrio emocional;
paciência;
empatia.
Onde encontrar vagas de emprego na área?
São inúmeras as possibilidades de atuação nessa carreira. Muitas delas são encontradas em ambientes escolares, no regime CLT. Em uma escola, por exemplo, é possível atuar como berçarista, cujo foco são as crianças menores, que precisam de atenção nas primeiras fases da vida.
Algumas agências reúnem profissionais para trabalhar em residências e na recreação de shoppings e buffets, por exemplo. Também é possível atuar em ambientes domésticos a partir de recomendações e sites de emprego - há inúmeras vagas em todas as regiões do Brasil.

Por que escolher uma cuidadora ou um cuidador infantil?
Muitos pais e mães escolhem contratar profissionais qualificados para cuidar de seus filhos e filhas dentro de casa em vez de deixá-los com parentes, funcionárias domésticas ou em escolinhas. A pessoa cuidadora é capaz de dar atenção individual e personalizada para as crianças.
A importância do cuidador infantil vai além da companhia durante a ausência dos pais. Diz respeito, sobretudo, a um desenvolvimento saudável. Isso significa que o profissional acompanha todas as atividades diárias, identificando possíveis dificuldades e comportamentos que precisam de atenção especializada.
Essa é uma forma de proporcionar atividades lúdicas e brincadeiras complementares às do ambiente principal de estudo, caso a criança já frequente uma escola. Nessa troca com a pessoa cuidadora, ela pode explorar suas formas de expressão, melhorar a comunicação e desenvolver a criatividade.
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